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OCEANAIR LINHAS AÉREAS

(DADOS ATUALIZADOS ATÉ 17/01/2011 )

A empresa foi criada pelo grupo Marítima Petróleo em 1998, como empresa de Táxi Aéreo, para atender aos executivos e operários da indústria do petróleo que se dirigiam à região de Macaé e Campos no estado do Rio de Janeiro. A empresa operava com um King Air C90A.


A OCEANAIR recebeu em 2002 autorização do DAC (Departamento de Aviação Civil) para operar linhas sistemáticas em estreita colaboração com a RIO-SUL, de quem arrendou suas aeronaves.

Começava a operar serviços que a própria RIO-SUL decidiu abandonar, depois que esta resolveu concentrar suas operações como "subsidiária de vôos executivos" do Grupo VARIG. A RIO-SUL, ao se desfazer dos EMB-120, permitiu à OCEANAIR ficar com seus aviões e com as rotas onde estes operavam, complementando as operações e alimentando os vôos da própria RIO-SUL.

Assim, em 2002 passou a operar entre os aeroportos de Congonhas, Guarulhos (SP), Santos Dumont (RJ), Macaé (RJ) e Campos (RJ). Pouco tempo depois, a empresa aproveitou a turbulência atravessada pelo Grupo VARIG e assumiu vôos para nada menos que 14 cidades que hoje formam sua malha de destinos.


Pintados em cores chamativas como laranja e roxo, os Brasílias ganharam "irmãos maiores", os Fokker-50. A companhia chamava atenção não só pelas cores, mas pela agressiva expansão. Rapidamente a empresa ganhou mercado com eficiência e bom serviço. Prova de que a OCEANAIR ainda vai dar o que falar é que seu foco não se restringe a aviação regional.

A companhia pretende alçar vôos bem mais longos: costurou novos acordos de cooperação internacional, como o fechado com a Continental Airlines - que liga a cidade de Macaé (RJ) a Guarulhos (SP) pela companhia e, depois, para Houston, nos Estados Unidos. A seguir, anunciou em março de 2004 a aquisição do controle da estatal Colombiana Avianca, logo em seguida a VIP do Equador e por fim criou a Wayra Peru.

Logo após, a empresa começou a operar seus primeiros jatos. Batizados de "Super 28" nada mais são que jatos Fokker-100 comprados da frota da American Airlines. O curioso nome deve-se à reação negativa do modelo junto ao público brasileiro, que perdeu a confiança neste tipo de aparelho com os seguidos incidentes e acidentes enfrentados pela TAM.

Atualmente, a OCEANAIR usa o nome de AVIANCA, opera os modernos Airbus A-310 e atua em quase 20 estados brasileiros, com vôos que ligam dezenas de cidades, tais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília e Vitória, em rotas regionais.

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